PREVIEW: Bad Blood, o battle royale de Dying Light, é divertidamente sangrento

Jogo é o mais novo a entrar na onda da sobrevivência em arena.

Com a chegada do modo Bad Blood, o jogo de zumbis Dying Light, da Techland, mergulha na onda dos battle royale. Mas enquanto sua premissa básica é similar a de games do gênero – você e outros jogadores são jogados em um mapa onde devem buscar por recursos e armas até que apenas um sobreviva – Bad Blood inclui funcionalidades únicas que ajudam a distanciá-lo da concorrência.

Anunciado como um brutal royale, Bad Blood mistura o gameplay em ritmo acelerado de Dying Light com elementos de PvP (confrontos entre jogadores) e PvE (títulos em que o ambiente também é um adversário). Você não apenas irá competir com outros 11 jogadores buscando sobreviver, como também terá que navegar por um mapa infestado por zumbis para coletar amostras de sangue dos infectados.

Essas amostras de sangue são o recurso mais vital que você precisa pegar, pois é preciso acumulá-las o bastante para garantir o único lugar no helicóptero de evacuação e escapar do mapa, tornando o jogo uma corrida frenética contra o tempo.

O GameSpot teve a oportunidade de jogar Bad Blood na Gamescom 2018 e seus elementos de PvE fazem o jogo ser único em comparação a outros battle royale. Você também terá sua própria chance de experimentar o jogo numa fase de testes em breve. Para isso, é preciso se registrar no site oficial do game.

Bad Blood chega via acesso antecipado à Steam, em setembro, por US$ 20 (R$ 81,76, na cotação atual). O valor é do pacote de fundador, que inclui o acesso ao jogo e vários itens exclusivos. A Techland diz que o jogo será gratuito para jogar quando deixar o acesso antecipado e for oficialmente lançado para PCs e consoles.

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Arquivado em:
PC, PlayStation 4, Xbox One

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